Culto ao domingo, estudos bíblicos durante a semana.

Uma muleta?

Você já ouviu os céticos dizerem que a fé cristã não passa de uma muleta, e que a única razão pela qual as pessoas declaram confiar em Jesus é por serem fracas e por precisarem inventar uma religião que as ajude a prosseguir? Esses céticos, provavelmente não ouviram a história do médico num distante país no Oriente que passou dois anos e meio na cadeia sendo reeducado por ter professado sua fé em Cristo. Após ser liberto, foi novamente preso, desta vez, pelo esforço empregado em sua igreja. E, talvez esses mesmos céticos não tenham ouvido a história de Paulo. Após decidir confiar em Cristo, foi preso, açoitado, zombado e experimentou o naufrágio. (2 Coríntios 11:16-29). Estes cristãos não estavam procurando por uma muleta. Antes, tinham algo profundo e essencial em seus corações: um relacionamento pessoal com Deus, um relacionamento nascido da fé na obra de Jesus na cruz. Como resultado, tornaram-se filhos do Rei — ávidos por sacrificar tudo para ter o privilégio de proclamar Jesus. Não andavam mancando pelo caminho, procurando por algo em que pudessem se apoiar. Uma muleta? Dificilmente. A fé em Cristo não está relacionada à segurança e precaução, mas em crermos em Jesus e confiarmos nele incondicionalmente. Está relacionada ao facto de carregarmos uma cruz diariamente (Lucas 9:23) e vivermos para o Salvador. Branon - Pão Diário

Faria ou fez?

Tempo atrás, observamos como a febre “OQJF” se espalhou pela comunidade cristã. O tema gravado na pulseira “O Que Jesus Faria” para muitas pessoas era um lembrete valioso de que devemos refletir sobre a mente e o coração de Jesus ao fazermos escolhas. À medida que buscamos um estilo de vida que honre ao Salvador, é apropriado compararmos nossas atitudes e decisões aos exemplos que o Senhor nos deixou. Porém, recentemente, ouvi numa igreja uma mensagem um pouco diferente. Na placa desta igreja lia-se “OQJF — O Que Jesus Fez?” Essa é verdadeiramente a pergunta mais importante, pois a nossa salvação depende dela. Entre as importantes obras do Filho de Deus, são de extrema relevância os eventos descritos em 1 Coríntios 15: 3-4: “…vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras”. O que Jesus fez? Assumiu o sofrimento e a culpa por nossos erros e pagou nossa pena. Ele morreu e venceu a morte para que pudéssemos ter vida. Mas a verdade é a seguinte: jamais seremos capazes de descrever na íntegra o que Jesus faria até que aceitemos o que Ele fez por nós na cruz. Bill - Pão Diário

O que tens na mão?

Se você se desespera pelas oportunidades perdidas ou se preocupa com o futuro, pergunte-se: “O que está bem a minha frente?” Em outras palavras, quais as circunstâncias e os relacionamentos disponíveis para você hoje? Esta pergunta pode tirar o foco de um arrependimento do passado ou de um futuro assustador e trazê-lo de volta àquilo que Deus pode fazer em sua vida. É semelhante a pergunta que Deus fez a Moisés na sarça ardente. Moisés estava preocupado e, consciente das suas próprias limitações, expressou o seu temor quanto ao chamado de Deus para libertar Israel da escravidão. Então, Deus simplesmente perguntou a Moisés: “Que é isso na tua mão?” (Êxodo 4:2). Deus tirou a atenção de Moisés da sua ansiedade quanto ao futuro e sugeriu que se concentrasse naquilo que estava bem a sua frente: um cajado de pastor. Deus mostrou a Moisés que Ele poderia usar este objeto comum para realizar milagres como um sinal para os incrédulos. À medida que a confiança de Moisés em Deus aumentava, assim também se ampliava a magnitude dos milagres que Deus realizava através do Seu servo. Você pensa demais em seus erros do passado? Seus pensamentos sobre o futuro o aterrorizam? Lembre-se da pergunta de Deus: “Que é isso na tua mão?” Quais as circunstâncias e os relacionamentos que hoje Deus pode usar para o seu bem e para glória dEle? Entregue-os — e entregue sua vida — a Ele. Dennis - Pão Diário

O céu do colecionador

As pessoas adoram colecionar objetos — figuras de beisebol, selos, moedas. E, embora colecionar seja um passatempo divertido, é sensato pensar que quando deixarmos esta terra, tudo que temos passará a ser parte da coleção de outra pessoa. Que valor teria ajuntar tanto na terra, mas pouco ou nada para a eternidade? Jesus tinha algo a dizer sobre isto. Falando com Seus discípulos, declarou: “...ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam” (Mateus 6:20). Tesouros eternos jamais perdem seu valor. Nunca podem ser destruídos ou roubados. E pense nisso — na verdade, podemos até estocá-los! Como? Através de atos de serviço. Levando as pessoas a Jesus. Sendo compassivos com os necessitados. Vivendo de acordo com a vontade e os propósitos de Jesus. No Evangelho de Marcos, lemos que Deus provou o coração do jovem rico quando lhe pediu que vendesse tudo o que tinha, desse aos pobres e o seguisse. A reação do jovem revelou o que realmente valorizava (Marcos 10:21-22). É fácil apaixonar-se pelas coisas terrenas, mas quando você escolhe seguir a Jesus, Ele lhe mostrará a alegria de acumular tesouros eternos. Nada na terra se compara a isso! Joe - Pão Diário

Bondade ao próximo

Para demonstrar compaixão, um dos maiores obstáculos é fazer pré-julgamentos a respeito de quem consideramos merecedores. Jesus contou uma parábola para responder a pergunta: “Quem é meu próximo?” (Lucas 10:29). Ou, quem se qualifica como digno dos nossos atos de bondade ao próximo? Jesus falou a respeito de um homem que viajava por uma estrada entre Jerusalém e Jericó, conhecida por ser perigosa. Enquanto viajava, caiu nas mãos de ladrões, foi roubado, agredido e abandonado como morto. Judeus religiosos (um sacerdote e um levita) passaram por ele, mas caminharam pelo outro lado, talvez porque temiam ficar religiosamente corrompidos. Entretanto, um samaritano passou e teve compaixão incondicional pelo incógnito ferido. Os ouvintes de Jesus teriam perdido o fôlego, pois os judeus desprezavam os samaritanos. O samaritano poderia ter restringido ou condicionado sua compaixão porque o homem era judeu. Porém, não limitou os seus atos de bondade àqueles a quem considerava dignos. Ao invés disso, viu um ser humano necessitado e decidiu ajudá-lo. Será que você está limitando sua bondade àqueles que considera dignos? Como seguidores de Jesus, vamos encontrar formas de demonstrar bondade ao próximo, especialmente aos que julgamos como não merecedores. Marvin - Pão Diário

Escola avançada

Temos a tendência de classificar nossas vidas. Preenchemos nossos dias com atividades tais como: trabalho, incumbências, afazeres domésticos e o cuidado com as crianças. Depois tentamos encontrar tempo para atividades espirituais, por exemplo: igreja, pequenos grupos e devocionais pessoais. Não vejo essa separação nos Salmos. De alguma forma Davi e os outros poetas conseguiam fazer de Deus o centro gravitacional de suas vidas para que tudo fosse relacionado a Ele. Para os salmistas, a adoração era a atividade principal na vida, não algo a se cumprir a fim de retomar outras tarefas. O processo de permitir que Deus participe de cada detalhe da vida é uma necessidade para nós. Para mim, os salmos se tornaram um passo no processo de reconhecer o verdadeiro lugar central de Deus. Os salmistas têm uma urgência, um desejo e uma fome por Deus que faz a minha própria, parecer anémica quando comparada. Anseiam por Deus com suas línguas expostas, como uma corça anseia por águas (Salmos 42:1-2). Eles ficavam acordados durante a noite sonhando com “…a beleza do Senhor” (Salmo 27:4). Preferiam passar um dia na presença de Deus que mil em outro lugar (Salmo 84:10). Foi na escola avançada da fé que estes poetas se matricularam. Talvez ao lermos os Salmos algumas dessas características serão transmitidas para nós. Philip - Pão Diário

Livre acesso

Anos atrás ocorreu uma falha de segurança inimaginável na Casa Branca. Durante um banquete, um casal invadiu atrevidamente as dependências e aproximou-se o suficiente para tirar uma foto com o presidente norte-americano. Normalmente, uma ampla verificação e um exame minucioso da lista de convidados eliminam os penetras. Para nós é raro o dia em que nosso acesso não é restringido de alguma forma. Placas nos advertem: Somente para Funcionários, Não Entre, Somente Veículos Autorizados, Não Ultrapasse. Ninguém gosta de saber que não é bem-vindo. Contudo, o facto é que sempre existirão lugares dos quais seremos expulsos. Fico agradecido, pois Deus não impõe restrições sobre quem pode ir a Ele. Aqueles que vêm a Deus não encontram qualquer placa de Mantenha Distância. Através da oração, Deus Pai permite que tenhamos acesso imediato e irrestrito a Ele porque Seu Filho Jesus Cristo abriu o caminho para todos os que o receberam (Efésios 2:18). “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos…” (Mateus 11:28). “…o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora” (João 6:37). “…Se alguém tem sede, venha a mim, e beba” (João7:37). Quando você vem a Cristo para salvação, pode desfrutar de uma comunhão irrestrita. A porta está sempre aberta. Cindy - Pão Diário